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África do Sul vence o Fast Triathlon em Niterói PDF Imprimir E-mail

O verde, o azul e o amarelo até estavam presentes no maiô das vencedoras, mas, ao contrário de 2010, as triatletas brasileiras não conseguiram subir ao lugar mais alto do pódio e ficaram apenas com a terceira colocação do Mundialito de Fast Triathlon Feminino, organizado em parceria com a Secretaria de Esportes de Niterói. Neste domingo, na Praia de Icaraí, quem roubou a cena foi a sul-africana Carlyn Fischer, que venceu as três baterias e comandou sua equipe na conquista da medalha de ouro. Em segundo ficaram as canadenses.


Sob um calor de 34 graus, a disputa internacional foi desgastante para as triatletas, menos para a atual campeã africana de Triatlo Rápido. E a eficiência de Fischer foi tanta que, mesmo com o desmaio de sua companheira Rosalyn Laurens na transição do pedal para a corrida na primeira bateria e a posterior ausência na segunda, a sul africana conseguiu somar, junto de Tayla Glover, pontos (109) suficientes para a conquista.

O Canadá, composto por Tenille Hoogland e pelas irmãs Rachael e Gabrielle Edwards, marcou 96. O Brasil, representado por Carolina Galvão, Carolina Furriela e Fernanda Garcia ficou com 92. Itália (65), Argentina (41) e Espanha completaram a classificação final.

Para o secretário de Esportes de Niterói, Eduardo Caminha, o público pôde, mais uma vez, acompanhar uma empolgante disputa.

“Pelo segundo ano constatamos que Niterói é a casa do triathlon. As atletas se sentem acolhidas e felizes. Mesmo as sul-africanas vencendo, os niteroienses vibraram com a disputa e mostraram como recepcionar os visitantes. Foi uma linda festa”, disse Caminha, após entregar as medalhas de ouro às vencedoras.

A prova - Na primeira bateria, o time canadense saiu na frente após a natação, mas Fischer assumiu a liderança já no início do ciclismo e, com tranqüilidade, fechou a corrida em primeiro, com sua compatriota, Glover, em segundo. Duas canadenses chegaram em terceiro e quarto lugares. Carolina Galvão foi a melhor brasileira, chegando em quinto.

O Canadá terminou a bateria na liderança, com 38 pontos, seguido pela África do Sul, com 34, e pelo Brasil, com 28 pontos. Itália e Argentina fecharam a lista, com 21 e 11 pontos, respectivamente.

A segunda bateria começou com apenas duas sul-africanas na disputa. Carolina Galvão foi a primeira a deixar a água após os 250m de natação, seguida por Carlyn Fischer. A sul-africana foi mais rápida na transição para a corrida e ultrapassou a brasileira. Depois, Fischer não teve dificuldades para abrir vantagem e vencer a segunda bateria. Carolina ficou em segundo, seguida por Tenille Hoogland, do Canadá. As brasileiras Carolina Furriela e Fernanda Garcia chegaram em sexto e décimo-primeiro, respectivamente.

Ao fim da segunda bateria, o Canadá se manteve na liderança, com 68 pontos, seguido pela África do Sul, com 65. O Brasil aparecia em terceiro, com 61. A Itália somou 44 pontos, e a Argentina somou 27.

Na terceira e última bateria, as italianas Daniela Chmet e Marta Gaiardelli saíram na frente da perna de natação, seguidas por Carlyn Fischer, que rapidamente assumiu a primeira posição nos primeiros metros do ciclismo. No fim do ciclismo, a canadense Hoogland surpreendeu e ultrapassou Fischer. As duas passaram a travar um duelo particular pela liderança da bateria. A sul-africana recuperou a liderança antes da transição para a corrida, saindo na frente para a última prova da competição. 

Com muita concentração, Fischer venceu a terceira bateria e fechou com chave de ouro sua participação. A canadense Hoogland ficou em segundo, com Rosalyn Laurens, que voltou à disputa na última bateria, em terceiro.

“Estou muito cansada, mas também bastante feliz por vencer as três baterias. Agradeço muito o apoio dos brasileiros. A vibração foi muito interessante. Espero voltar em 2012”, disse Carlyn Fischer.

 

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